ANTENA ROCK
   
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AGENDA

Made in Brazil

Comemorando 38 anos de carreira, a antológica banda do rock brasileiro Made in Brazil apresenta repertório de toda a sua carreira, além de músicas inéditas traçando um perfil de todas as suas influências e raízes com muito blues, rhythm'n blues e, claro, o bom e velho rock'n roll. A formação atual é: Oswaldo "Rock" Vecchione (vocal, baixo, guitarra, violão e gaita), Celso "Kim" Vecchione (guitarra, violão, baixo, teclado e back vocals), Deborah "Lambrusco" Carvalho (vocal e percussão) e Rick "Monstrinho" Vecchione (bateria). R$1
4,00; R$ 10,00 (usuário matriculado). R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes). 7,00 (terceira idade, aposentados, estudantes com carteirinha e professores da rede pública)
Dia(s) 07/07 Sexta, às 21h.
SESC Santo André
 
Agendamento - Prática de Conjunto e Performance Musical
Propõe o entrosamento entre instrumentistas de metais, cordas e percussão da área erudita e popular que desejam formar banda, experimentando novas sonoridades, mistura de timbres e estilos musicais como rock, bossa-nova, jazz, pop, entre outros. R$ 66,00 (usuário matriculado). R$ 33,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes). Grátis
Dia(s) 12/07, 21/07 Segunda a sexta, das 13h às 21h. Sábados, das 9h às 15h.
SESC Consolação
 
Grupo Pop
Coordenação de Marcel Cangiani, Edson Ezequiel e Gisele Cruz . Prática musical por meio de um repertório especialmente elaborado para esta formação musical, destacando a música pop, MPB e rock. Escolha e detalhamento de repertório, com análise de forma, conceito e interpretação, complementado pela realização de sua prática musical. Acima de 13 anos. De 02/08 a 22/11. Quartas, às 16h15. 10 vagas. R$ 48,00 (usuário matriculado). R$ 24,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
De 11/07 a 15/07. Inscrições; terça a sexta das 9h às 21h30, sábados, domingos e feriado, das 10h às 18h30
SESC Vila Mariana
 
Bateria turma 1 e 2
Coordenação de Marcel Cangiani. Aprendizado da teoria (notação, leitura de ritmos e de notas) e da prática musical (técnicas, posturas, relaxamento, exercício de coordenação motora e de tempo). Leituras e práticas de ritmos básicos de rock, funk, samba com suas respectivas intervenções rítmicas. Acima de 13 anos. De 02/08 a 22/11. Turma 1 - Quarta às 14h30.4 vagas. Turma 2 - Quintas, às 16h. 4 vagas. R$ 24,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
De 11/07 a 14/07. Inscrições; terça a sexta, das 9h às 21h
SESC Vila Mariana


Escrito por LF às 14h17
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JUKEBOX – DINOSAUR JR.

Para quem achou que os dinossauros estavam extintos no planeta terra, procure ouvir o som do seu último descendente, o Jr... Dinosaur Jr., pra ser mais exato.

É difícil eu falar dessa banda sem me empolgar. Eles, juntamente com o Pavement, são os maiores expoentes de música e de influências para a minha "formação musical", e para toda uma geração que eu chamo de 90’s/indie/guitar/grunge ou sei lá o que. Trocando em miúdos, são "Semi-Deuses" . 

Marlow (sentado), Mascis e Murph (fumando): formação clássica

Formado em 1983, em Amherst, Massachusetts pelo "Guitar Hero" J Mascis (guitarra e vocal), com o nome de Dinosaur (inicilamente sem o "Jr." no nome) juntamente com seu colega de Colegial, Lou Barlow (baixo). Inicialmente

J Mascis tocava bateria no Dinosaur, mas logo em seguida passou para a guitarra assim que o baterista Emmett Murph entrou no grupo. Em 1985, o trio lançou seu primeiro álbum, "Dinosaur", o disco e os shows arrasadores do Dinosaur começaram a chamar a atenção e a banda via seu público aumentar constantemente. No final de 1986, uma banda hippie chamada Dinosaur (que incluia membros do Jefferson Airplane) processou a banda, que assim, acabou mudando o nome para Dinosaur Jr. Daí pra frente foi só sucesso, o Dinosaur Jr. foi juntamente com os Pixies um dos principais responsáveis pelo retorno dos solos de guitarra ao rock independente americano, eles adicionaram grandiosos solos de guitarra, distorção e barulho a um som temperado por letras depressivas, vocais desleixados e riffs melódicos. O Dinosaur Jr. é citado como grande influência além do próprio Pixies, por Sonic Youth, Nirvana, Buffalo Tom (cujo álbum de maior sucesso foi produzido por J Mascis), Smashing Pumpkins e toda uma geração de bandas surgidas nos anos 90. Os álbuns do Dinosaur Jr. lançados depois de 1990 não são particularmente revolucionários, ainda que possam ser considerados entre os melhores do rock americano daquela década. Já os discos lançados na década de 80 pela gravadora "SST" (de propriedade do Black Flag) que são uma história a parte, infinitamente mais inovadores, de certa forma premeditando o som dito "grunge", e servindo como base para o sucesso comercial do rock altenativo no início dos anos 90 e a explosão de todo um cenário musical. O estilo do Dinosaur Jr. e particularmente as guitarras distorcidas de J. Mascis passaram a ser muito elogiados por grupos como o Sonic Youth, que por muitas vezes exaltou o Dinosaur Jr. em entrevistas e shows. Nessa mesma época, em 1991, a banda de abertura era o Nirvana, que com o sucesso de Nevermind ofuscou o Dinosaur Jr. Era a cria superando o criador... Durante os anos 90 vários CDs e EPs foram lançados, em 1997, O Dinosaur Jr. Lança o CD "Hand It Over" que foi considerado o melhor trabalho de J Mascis em vários anos. No entanto, o disco não trazia nenhum hit e acabou ignorado pelo grande público. Pouco tempo depois, J Mascis anuncia o fim do Dinosaur Jr., deixando um importantíssimo legado para o rock alternativo mundial.

Luciano Xis - http://ubbibr.fotolog.com/xistreze

 



Escrito por LF às 14h13
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JOGUINHO - CORRE, RONALDO!

Pois é, o Brasil amarelou. Tudo que tinha de ser dito (e o que não tinha também) já foi. Então, o negócio é se divertir. Acesse o site e divirta-se com um emocionante joguinho em que o "Ronaldo Fofômeno" tem que fugir dos sandubas e refris e chutar as bolas. Mais: não pode deixar o argentino Crespo alcançá-lo. Enjoy!

http://www.awfulgames.com/games/run_ronaldo_run/



Escrito por LF às 14h01
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VIOLETA DE OUTONO - DVD

Capa do álbum  Violeta de Outono & Orquestra

O Violeta de Outono sempre se manteve numa posição impar no cenário do rock brasileiro, inovando sem compromissos comercias desde os anos 80 quando fazia parte do cast da BMG / RCA e produzia um som totalmente desvinculado de pressões do mercado fonográfico, mesmo tendo por trás a máquina de uma grande gravadora.

Vinte anos depois de seu primeiro disco, Violeta de Outono realiza no Teatro Popular do SESI em São Paulo, um concerto inédito, acompanhado por uma orquestra de câmara de 20 integrantes. A orquestra, regida pelo maestro Juliano Suzuki, foi formada por jovens músicos de destaque em várias orquestras de grande atuação em São Paulo, como a Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica de Santos, entre outras.

Com a formação do trio original (Fabio Golfetti, Angelo Pastorello & Claudio Souza) acrescido de uma seção de cordas (violinos, viola, violoncelo e contrabaixo) e metais (trompete, trompa e trombone), além de um set de percussão, criou-se uma sonoridade de contraste e ao mesmo tempo integração entre a música psicodélica própria do Violeta de Outono e a sonoridade característica da música erudita.

O concerto, realizado em Novembro de 2004 e registrado em vídeo, foi finalmente editado e lançando como o primeiro DVD oficial da banda. No repertório, estão presentes as composições clássicas como Outono, Declínio de Maio, além de músicas inéditas e a lendária versão da liségica Tomorrow Never Knows de Lennon & McCartney.

Mais de 60 minutos de pura magia psicodélica, criada e interpretada por um dos maiores ícones do rock brasileiro.

Alvaro Bodas - enviado por: info@violetadeoutono.com.br

 



Escrito por LF às 13h56
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BUNDÕES MILIONÁRIOS

O "bundão milionário" Roberto Carlos

Não é teoria da conspiração. É constatação. Ficamos convencidos que
Ronaldinho Gaúcho & Cia eram aqueles caras dos anúncios que driblam meio
mundo com facilidade e alegria. Super jogadores tão extraordinários que,
enfadados de tanto talento, vez ou outra, brincavam de ver quem acertava
mais vezes a bola na trave ao final do treino... Só que na hora do jogo de
verdade, acontecia o contrário. Apareciam uns caras do outro time , e o Joga
Bonito desandava. Pior, descobrimos que as bolas na trave do videozinho era
efeito especial. Marketing viral, uma moderníssima forma de vender o peixe.

O símbolo dessa seleção com sorriso publicitário se chama Roberto Carlos. Um
anão de jardim musculoso que acredita que para ganhar o jogo basta entrar em
campo com a camisa verde-amarela bem passadinha. Desculpem, queridos amigos
de infortúnio, mas a nossa equipe, com honrosíssimas exceções (Dida, Lúcio,
Juan... tem mais alguém?) foi um time de bundões milionários em férias. Um
time tão sem raça e agressividade que, imagine isso, o líder natural foi
Kaká. Nada contra o talentoso ex-atacante tricolor. Mas como pode dar certo
um grupo de homens numa guerra liderado por um garoto sem cicatrizes da
batalha da vida que recentemente se casou virgem?

Adeus, bundões milionários sem sangue nas veias, vocês não mereceram os 180
milhões corações batendo por vocês nos quatro cantos desse mundo.

Escrito por Marcelo Tas



Escrito por LF às 13h48
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Ver e ser visto

 
É incrível como algumas pessoas vão a show só para aparecer! Com isso, claro, atrapalham a vida de quem foi ver o espetáculo em si e não desfilar. Isso aconteceu mais recentemente comigo na última sexta-feira, 23 de junho, quando fui até uma casa noturna em São Paulo para assistir à apresentação da banda belga Vive la Fête. Era nítido como muitas pessoas estavam lá só ‘desfilando’, mostrando a roupa e os acessórios ou o corpinho em forma, flertando.
Vale a já clássica máxima: 'Cada um, cada um'. Mas chega uma hora em que esse tipo de comportamento atrapalha outras pessoas. Por exemplo, na hora do show em si a casa estava lotadíssima, eu me sentia uma sardinha enlatada, pra recorrer a um chavão, e tinha várias pessoas à minha frente, de costas para o palco, no maior bate-papo (papo de bêbado, em alguns casos), falando alto e me impedindo de prestar atenção no show, na música, nos artistas que fui ver.
O exemplo mais recente foi este do show do Vive la Fête, mas isso sempre acontece, e principalmente quando o evento é hype, quando é cool comparecer, quando o que importa pra algumas pessoas é falar "Eu fui", mas do que curtir o som. Como o show da banda belga foi patrocinado pela marca Chilli Beans é compreensível. Outros exemplos são festivais como Tim Festival, Claro que é Rock e congêneres.
O que você faz numa situação dessas, quando tem alguém só conversando durante um show em que você quer ouvir a música? Muda de lugar ou dá um chega pra lá em quem está perturbando pra ver se a pessoa se toca?
Até breve.
 
Adriana Buzzetti
 
P.S.: O show foi muito bom!


Escrito por LF às 13h47
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